quarta-feira, 26 de junho de 2013

Galaxy S4: como fazer root em seu smartphone

Galaxy S4: como fazer root em seu smartphone

Fazer ou não fazer o root? Você decide. (Fonte da imagem: Reprodução/AndroidProject)

Acessar a raiz do sistema Android é tema recorrente quando se pensa em personalização de smartphones que contam com o OS da Google. Esse assunto, inclusive, já foi tratado por aqui diversas vezes, lembra-se? E que tal rootear, agora, o novo lançamento da Samsung? Confira este tutorial e “desbloqueie” o seu Galaxy S4 através de um procedimento bastante simples.

Atenção: todas as nossas dicas acerca de recursos que alteram, de alguma forma, o sistema operacional de determinados dispositivos carregam consigo um alerta. Isto é, mesmo contando com níveis altos de sucesso, o root do Galaxy S4 pode eventualmente danificar o aparelho.

Portanto, antes de realizar o desbloqueio do seu smartphone, procure informar-se ao máximo sobre as vantagens e desvantagens de rootear o seu mobile. Aliás, que tal conferir uma análise completa, com direito a texto e vídeo, do Samsung Galaxy S4 clicando aqui antes de tomar qualquer decisão precipitada?

Decidiu-se?! Pois saiba então que, para que possamos iniciar o processo, é importante salientar também que existem mais maneiras de acessar a raiz do Galaxy S4. Uma delas se dá de forma bastante semelhante ao processo aplicado aoGalaxy S3, uma vez que o software Odin é utilizado como meio de instalação dos arquivos necessários ao root.

Galaxy S4: como fazer root em seu smartphone

Tenha acesso à raiz do sistema Android. (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

Contudo, conforme relatado por alguns usuários do site Makeuseof, o uso do Odin pode gerar certos problemas em seu smartphone (como dificuldade de reinicialização do aparelho). Isso se deve à atual instabilidade do software frente ao Galaxy de quarta geração da Samsung. Dessa forma, decidimos usar o método fornecido pelo desenvolvedor djrbliss, membro do fórum XDA Developers.

Precauções

Importante: O root para o Samsung Galaxy S4 criado por djrbliss destina-se também às variações do mobile AT&T, Sprint e T-Mobile; o método descrito abaixo refere-se, entretanto, ao aparelho Galaxy S4 GT-i9505. Mas, durante as nossas pesquisas, relatos de usuários do modelo GT-i9500 afirmaram ter obtido sucesso ao rootear os seus aparelhos.

E outra vez atenção: se você executou a última atualização do sistema (que conta com o número da versão final com MDM), o método descrito a seguir pode falhar.

Portanto, mais uma vez: antes de rootear de fato o seu aparelho, esteja seguro de realizar tal ação ciente de que este processo pode, eventualmente, danificar o seu smartphone. Ademais, destravar o Android pode significar violação aos termos de garantia da Samsung – acarretando assim dificuldades na hora de solicitar, por exemplo, qualquer tipo de manutenção ao Galaxy S4.

Iniciando o processo

Depois de lidas as recomendações listadas acima, e ciente de que este processo pode falhar durante a sua execução, os seguintes itens deverão estar à sua disposição para que o root seja feito:

  • Motochopper (clique aqui para baixar): pacote de arquivos necessários ao root;
  • PC ou notebook Windows (preferencialmente); e
  • Aparelho Galaxy S4 e cabo USB.

Com todos os itens necessários ao processo ao alcance de suas mãos, faça o download da extensão Motochopper e extraia os arquivos (que serão baixados em formato ZIP) para qualquer local em seu computador. Siga então para o passo seguinte.
Galaxy S4: como fazer root em seu smartphone

(Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

Nota: se você está usando um Linux ou um OS X, extraia os mesmos dados mas execute a extensão “run.sh”.

Ative as “Opções de desenvolvedores”

No seu Galaxy S4, vá até a opção “Sobre o dispositivo” e pressione-a durante sete vezes (dê repetidos toques na tela, somente assim as “Opções de desenvolvedores” vão aparecer).

Galaxy S4: como fazer root em seu smartphone

(Fonte da imagem: Reprodução/AndroidPit)

Você vai notar, em “Mais”, que um tipo de chave esverdeada vai aparecer ao lado da aba “Opções do desenvolvedor” – ativada apenas depois de dados os sete toques sobre o botão “Sobre o dispositivo”. Selecione, na tela do seu mobile, a opção “Depuração USB” e clique em “OK”.

Galaxy S4: como fazer root em seu smartphone

(Fonte da imagem: Reprodução/AndroidPit)

Essa ação vai permitir que a cópia de dados entre o seu computador e o Galaxy S4 seja feita – por isso é preciso apertar de forma insistente o botão “Sobre o dispositivo”, uma vez que as “Opções de desenvolvedores” destinam-se à programação do sistema operacional.

Instalando os arquivos

Uma vez permitida a depuração de dados via USB, conecte o seu smartphone à sua máquina Windows (de preferência). Aguarde alguns minutos até que a instalação de todos os drivers seja concluída e acesse, em seguida, o local onde os arquivos de Motochopper foram extraídos.

Clique então sobre a extensão “run.bat” e não se assuste: uma tela escura como a mostrada pela imagem abaixo deverá aparecer. Fique atento ao seu Galaxy S4 e aguarde uma mensagem de permissão de instalação de dados aparecer. Aperte, em seu mobile, “OK” e espere mais alguns instantes.

Galaxy S4: como fazer root em seu smartphone

(Fonte da imagem: Reprodução/AndroidPit)

Em seu computador, pressione qualquer tecla para dar continuidade ao processo; em seu smartphone, autorize novamente a depuração de dados via USB, pois outra etapa de instalação dos arquivos vai ser iniciada.

Galaxy S4: como fazer root em seu smartphone

(Fonte da imagem: Reprodução/AndroidPit)

Para finalizar o processo, aperte a tecla “Enter” após ler, na tela escura aberta pela execução do arquivo “run.bat”, a seguinte mensagem: “Press enter to reboot and exit”. O seu Galaxy S4 deverá ser reiniciado automaticamente e, se nenhum problema ocorreu durante a instalação dos arquivos, você terá à sua disposição o último smartphone da Samsung rooteado.  

O processo de root descrito acima se baseia, conforme já mencionado, no método criado pelo desenvolvedor djrbliss (sujeito responsável por disponibilizar, de tempos em tempos, extensões “alternativas” a smartphones diversos). É possível rootear o Galaxy S4 por meio do software Odin – todavia, devido à atual falta de estabilidade desse programa face ao último smartphone da Samsung, decidimos especificar o método de acesso à raiz do Android via o pacote de arquivos Motochopper.

Fonte: XDA Developers

Desktops e notebooks serão financiados pelo programa Minha Casa Melhor

O preço máximo do equipamento para financiamento é de até R$ 1.150

O Governo Federal incluiu no programa Minha Casa Melhor, linha de financiamento de móveis e eletrodomésticos exclusiva para pessoas que adquiriram imóveis pelo  Minha Casa, Minha Vida, via Caixa Econômica Federal, os desktops e notebooks, com capacidade de acesso à internet, no valor de até R$ 1.150.

A expectativa é de que 3,7 milhões de famílias sejam beneficiadas, em um total de R$ 18,7 bilhões. O Programa dará crédito de até R$ 5 mil por beneficiário, com taxa de juros de 5% ao ano e prazo para pagamento em 48 meses. As famílias terão um cartão magnético do Minha Casa Melhor e até 12 meses para gastar o crédito.

O cartão do programa  deve ser solicitado nas agências da Caixa Econômica Federal ou pelo telefone 0800-726-8068 (a ligação é gratuita) e só pode ser usado 13 mil lojas credenciadas pela Caixa Econômica Federal, espalhadas pelo Brasil.

Com o valor de R$1,150 mil é possível comprar um computador de mesa com processador Intel Celeron G530, com 2GB, 250GB, Gravador de DVD, HDMI, LED 15.6”, Windows 8 e monitor LCD de 15", ou com processador  Intel Dual Core também com 2GB, 320GB, Gravador de DVD e Windows 8 + Monitor LCD LED de 21.5" Widescreen Full HD com Entrada HDMI. E ainda notebook com processador AMD E-300 Dual Core, com 2GB, 320GB, gravador de DVD, leitor de cartões, HDMI, Wireless, Webcam, LED 14” e Windows 8 ou Intel Dual Core, com 2GB, 320GB, gravador de DVD, leitor de cartões, HDMI, Bluetooth 4.0, webcam, LED 14” e Windows 8.

Quem usar todo o crédito, de até R$ 5 mil, e dividir a compra em 48 meses, pagará uma prestação de até 117,19 reais.

A Caixa Econômica Federal registrou, em oito dias de operação do Minha Casa Melhor, mais de 385 mil ligações. Desse total, 28.720 beneficiários já contrataram a linha de financiamento.

Com Windows 8.1, Microsoft espera ter uma “segunda chance”

A edição 2013 da Build, conferência anual para desenvolvedores da Microsoft, começa nesta quarta-feira e a empresa enfrenta uma tarefa árdua: convencer os desenvolvedores e entusiastas da tecnologia de que ainda está na vanguarda. Algo difícil quando você está prestes a lançar uma atualização de seu sistema operacional que, muitos acreditam, existe apenas para corrigir problemas incômodos na versão original.

De fato, é difícil fazer com que um "Band-Aid" se pareça com inovação.

Para muitos consumidores, a Tela Iniciar do Windows 8 é uma colcha de retalhos incoerente que são forçados a encarar sempre que o PC é ligado. Isso será resolvido com um novo recurso que permite inicializar o sistema no desktop, mas o Windows 8.1 ainda terá de lidar com uma longa lista de outros problemas, e os observadores do sistema em todo o mundo continuam céticos.

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O pomo da discórdia: a Tela Iniciar no Windows 8

“Acredito que as mudanças no [Windows 8] foram notadas pela comunidade técnica”, disse Frank Gillet, um analista da Forrester Research. “Mas a percepção do sistema junto ao mercado de massa não mudou muito”.

O que devemos esperar da Build 2013? Nesta quarta-feira a Microsoft dará a primeira amostra do Windows 8.1, que deve dominar a discussão no primeiro dia. No segundo dia espere mais destaque para uma nova versão do Visual Studio e outros projetos e iniciativas voltados aos desenvolvedores.

Afinal, a Build é uma conferência para eles, e a Microsoft precisa que seus parceiros de software tenham interesse em suportar sua plataforma. “O que espero da Build é uma estratégia mais refinada para o desenvolvimento de aplicativos para o Windows 8.1, e uma ampliação do ecossistema”, disse Wes Miller, um analista da Directions on Microsoft.

Tudo se resume em convencer os desenvolvedores de que há valor - e um retorno no investimento - no novo ecossistema Windows. PCs, tablets Surface e smartphones com o Windows Phone representam as três “pernas” da infraestrutura de hardware, e são unidas pelo software e serviços da Microsoft.

Uma ladeira íngreme a percorrer

Em setembro de 2011 a Microsoft ofereceu o Windows 8 Developer Preview, exatamente quando surgiram os primeiros sinais de que o mercado dos “PCs” tradicionais estava em sério declínio e que os tablets e smartphones estavam arrecadando o dinheiro dos consumidores. A Microsoft claramente viu um futuro mais “móvel”, e amarrou uma interface para tablets ao rosto do Windows. E então vei o tablet Surface, lançado em Outubro de 2012. O hardware recebeu elogios, mas os consumidores não conseguem engolir seu alto-preço e falta de software interessante.

O Windows 8 bem sendo culpado pela derrocada do PC tradicional. As críticas são reforçadas pelo declínio no número de licenças corporativas, já que as empresas hesitaram em atualizar para um sistema operacional com uma interface pouco familiar. Tami Reller, chefe de marketing do Windows na Microsoft, promete que as coisas irão melhorar no final deste ano.

Em parte, o otimismo é atrelado ao Windows 8.1. A Microsoft prometeu uma longa lista de melhorias: o retorno do Botão Iniciar, a capacidade de apagar remotamente todo o conteúdo de uma máquina corporativa (útil para empresas) e o recursos de usabilidade como a capacidade de compartilhar papéis de parede entre a tela Iniciar e o Desktop.

Será que o Windows 8 é tão ruim quanto acreditamos?

A Microsoft cometeu um grande erro ao não levar em conta que a vasta maioria dos usuários iria usar o Windows 8 em um PC tradicional, e não em um Surface ou híbrido de tablet e PC. Por esta perspectiva, a Tela Iniciar introduzida no Windows 8 faz pouco sentido.

Mas para os usuários de tablets, a Tela Iniciar funciona bem. Eles foram treinados por seus tablets para reagir instintivamente a ela, com seus blocos dinâmicos facilmente acessíveis. Dito isto, a Microsoft certamente alienou alguns usuários organizando os blocos de acordo com seu próprio sistema - colocando apps chave como Pessoas e Calendário, por exemplo, na primeira “tela” da interface. O Windows 7 (e versões anteriores) mostravam os apps mais usados primeiro, e então listagem em ordem alfabética quando o item “Todos os Programas” era clicado. Esta abordagem está de volta no Windows 8.1, o que é bom.

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Será que se bem organizada esta tela pode ser tão boa quanto o velho menu Iniciar?

Ainda assim, o recurso de “Boot para o Desktop” e o retorno do Botão Iniciar ao Desktop são uma contradição. O boot para o desktop leva os usuários para um ambiente familiar, mas para fazer qualquer coisa eles precisam ir para a Tela Iniciar, que lhes é estranha. Há um número de utilitários de terceiros que resolvem o problema, mas a Microsoft teria feito melhor se tivesse integrado um Menu Iniciar de verdade dentro do Desktop.

A Microsoft também desperdiça espaço nos apps da Windows Store, que foram feitos para rodar sempre em tela cheia. Colocar dois - ou quatro, no Windows 8.1 - apps lado-a-lado pode ajudar a mitigar o problema, mas ainda é pouco eficiente, embora possa fazer sentido do ponto de vista de uma interface com o usuário.

Entretanto, provavelmente é hora de dizer que o Windows 8 não é tão ruim quanto pensamos.

Com alguns cliques a Tela Iniciar pode desaparecer e o Desktop volta à ativa. Venho usando o Windows 8 há meses, e embora eu ainda não esteja tirando vantagem de todos os seus truques e recursos aprecio as mudanças que a Microsoft fez “por debaixo dos panos”. O problema é que não damos valor a alguns dos novos recursos.

Por exemplo, a inicialização do sistema é muito mais rápida. Ele trabalha melhor com múltiplos monitores e exige menos memória que o Windows 7. O espaço em disco necessário também é menor e deve cair ainda mais com o Windows 8.1. É como se o Windows 8 fosse um atleta profissional absolutamente em forma mas usando maquiagem de palhaço, o que cria um sério problema de imagem.

Precisamos de apps. Não muitos, mas dos mais importantes

Segundo Miller, antes que um produto comece a vender ele tem de oferecer uma boa resposta a uma pergunta crítica: “o que eu posso fazer com ele que eu não podia fazer antes”. Mas com o Windows 8 não há atrativos ou “grandes experiências” o suficiente. E estas experiências devem surgir através de apps.

As apps invertem o argumento “Desktop vs. Tela Iniciar”. Quando querem acessar o Facebook, pessoas usando um PC instintivamente visitam o site do Facebook. Funciona bem, e estamos acostumados a ele. Mas o mesmo serviço formatado como um app para o iOS, Android ou Windows Phone parece muito mais atraente que qualquer página web no desktop.

Ignorando o fato de que a participação do Windows no mercado de tablets é minúscula, a Microsoft precisa de alguns apps chave para o Windows 8: Facebook, Yelp, Pinterest, e Instagram, pra começo de conversa. Fixar um atalho para um site à Tela Iniciar é um quebra-galho, não usa solução.

E se a Microsoft quer ocupar a posição do iPad e dos Chromebooks no mercado de educação, parcerias mais fortes com desenvolvedores de apps para este segmento são essenciais. Tenho um Lenovo Twitst com uma versão da Encyclopedia Britannica para o Windows 8 que não é ruim, mas é necessário um app com a mesma qualidade dos de iPad que a Microsoft possa colocar em frente aos educadores (e consumidores) como um exemplo do potencial da plataforma. Se a Encarta ainda existisse...

A Build 2013 representa a segunda chance da Microsoft. Será que ela foi ultrapassada pelo mercado? Você pode até dizer que sim, mas também podemos dizer que a empresa ainda tem fôlego. Vamos descobrir ao longo desta semana.