segunda-feira, 6 de maio de 2013

Teste de satélites com Android foi um sucesso, diz NASA

Projeto com aparelhos Android atendeu a todas as expectativas da NASA. Três satélites chamados de PhoneSat foram enviados ao espaço.

Teste de satélites com Android foi um sucesso, diz NASA

 

Aparelhos com Android foram enviados ao espaço (Fonte da imagem: Reprodução/NASA)

Após mais de quatro anos de trabalho aproveitando parcerias com universidades, a NASA finalmente lançou os seus PhoneSats ao espaço.

Os microssatélites funcionam com base no sistema operacional Android e para desenvolvê-los foram utilizados dois aparelhos HTC Nexus One e um Samsung Nexus S.

Isso levou os custos do projeto a um patamar extremamente baixo, uma vez que cada satélite enviado ao espaço saiu por menos de 3.500 dólares.

Segundo os informes da agência espacial norte-americana, três desses inventos foram enviados ao espaço no final do mês passado. De acordo com as notas da NASA, apesar de eles já terem desparecido na atmosfera terrestre, todos cumpriram com perfeição a sua missão.

Android espacial

Bruce Yost, gerente do chamado “Small Satellite Technology Program“, disse que “durante o pequeno período de tempo em que os gadgets estiveram no espaço, eles conseguiram demonstrar que os smartphones podem atuar como verdadeiros satélites quando enviados ao espaço”.

Além disso, para comprovar o sucesso da empreitada, a NASA contou com a colaboração de alguns operadores de rádio amador para realizar a comunicação com os aparelhos. Os três celulares tiraram fotos da Terra utilizando as suas próprias câmeras, contudo, as imagens não ficaram com a melhor qualidade possível.

Segundo as informações divulgadas, isso aconteceu porque elas foram enviadas em pequenas partes de volta aos laboratórios, sempre utilizando uma banda de rádio UHF. E aí, que tal mandar o seu gadget para o espaço?

Fonte: NASA

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Galaxy Mega: confira as primeiras impressões sobre o smartphone

(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

Como você deve ter lido anteriormente aqui mesmo no Tecmundo, a Samsung realizou um evento na última terça-feira (30 de abril) no Rio de Janeiro para lançar oficialmente o Galaxy S4 no Brasil. Contudo, a surpresa da noite foi realmente o anúncio de outros dois gadgets que chegarão em breve ao território brasileiro para fortalecer ainda mais o portfólio de produtos da empresa sul-coreana.

Um desses dispositivos é o Galaxy Mega, novo smartphone da linha Galaxy voltado para quem não acha o Note 2 grande o suficiente. Dotado de um display de 6,3 polegadas, o aparelho não traz configurações muito impressionantes, mas pode ser uma alternativa plausível para quem deseja uma tela ampla para assistir a vídeos e rodar jogos mais simples.

Confira as especificações completas do modelo que chegará ao Brasil em julho, com o preço sugerido de R$ 1.999:

  • Display de 6,3 polegadas de alta definição (TFT);
  • Processador dual-core de 1,7 GHz;
  • Armazenamento interno de 8 GB (expansível com cartão microSD de até 64 GB);
  • 1,5 GB de memória RAM;
  • Câmera traseira de 8 MP e frontal de 1,9 MP;
  • Sistema operacional Android 4.2 Jelly Bean;
  • WiFi b/g/n/ac, WiFi Direct, Bluetooth 4.0, NFC, LTE (4G);
  • Bateria de 3200 mAh.

(Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

Bons recursos e câmera satisfatória

Segurar o Galaxy Mega chega a ser uma sensação um pouco estranha. O aparelho é realmente grande e difícil de manejar eficientemente com apenas uma mão, embora seja bem fino (8 mm) e leve (200 gramas). Seu design segue o mesmo estilo dos outros integrantes da família Galaxy e não chama muito a atenção.

Na parte de software, temos alguns recursos bastante interessantes e que provavelmente passarão a fazer parte de todos os produtos telefônicos da Samsung, como o S Translator (tradutor em tempo real), o Group Play (centro de compartilhamento de arquivos multimídia) e o Multitela (possibilidade de trabalhar com dois aplicativos abertos ao mesmo tempo, dividindo o display em duas ou mais regiões).

Além disso, vale lembrar que o Mega também conta com a tecnologia Air View, que permite abrir conteúdos somente apontando o dedo para tela (sem precisar efetivamente tocá-la).

A câmera traseira também não decepcionou: mesmo em um ambiente escuro como o disponibilizado para os testes, pudemos tirar fotografias com uma qualidade razoável. A frontal, embora apresente bastante ruído e não seja tão eficiente com pouca luz, é mais do que o suficiente para realizar chamadas de vídeo a partir de programas como o Skype.

(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

O hardware poderia ser melhor

Embora não tenha sido possível fazer testes de benchmarking ou rodar jogos pesados no aparelho de demonstração, não é exagero dizer que o hardware do Galaxy Mega é um pouco decepcionante. Apenas 1,5 GB de memória RAM é muito pouco, e o processador também está longe de ser um top de linha.

Além disso, se a companhia sul-coreana estivesse realmente com o objetivo de fazer um aparelho propício para a reprodução de filmes, talvez valesse a pena investir em um display Full HD. Essa seria uma característica que certamente impulsionaria algumas pessoas a adquirir um celular que mal cabe no bolso.

(Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

Será que vale a pena?

Em suma, podemos dizer que o Mega se mostrou um aparelho interessante, mas que dificilmente vale R$ 1.999. Além disso, trata-se de um gadget voltado para um público bem específico; embora a Samsung categorize o produto como “um novo conceito de smartphone” (e não como um phablet), é pouco provável que o tamanho avantajado e o hardware mediano agradem a um número razoável de pessoas.

10 dicas para manter seus dispositivos móveis carregados e felizes

As baterias contidas em seus dispositivos móveis são pequenos milagres de engenharia, e contém quantidades de energia que seriam inimagináveis em suas predecessoras. O correto uso de todo este potencial pode fazer com que elas durem mais, e alimentem seus aparelhos por mais tempo. Veja a seguir algumas dicas para tirar o máximo de suas baterias.

1. Para carregar seu tablet rapidamente, use o carregador original ou um projetado sob medida para ele

iPads e outros tablets tem baterias grandes e vem com carregadores de alta-capacidade para recarregá-las rapidamente. Por exemplo, o carregador do iPad pode fornecer uma corrente de até 2.100 mA (miliamperes, ou 2.1 Amperes), que é mais que o dobro do suportado por uma porta USB 3.0 típica. Isso faz uma diferença enorme na hora da recarga.

Em nossos testes, carregar completamente a bateria de um iPad levou 5 horas e 9 minutos com o carregador incluso com o aparelho, e 10 horas e 13 minutos com o carregador de um iPhone 5 (que fornece no máximo 1000 mA). Em outro teste com um carregador de viagem genérico, capaz de fornecer 500 mA, foram necessárias mais de 24 horas para completar a carga do mesmo iPad.

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Use o carregador original de seu tablet para conseguir recargas mais rápidas

Como o teste demonstra, para reduzir o tempo de carga é importante utilizar o carregador original de seu tablet ou um projetado especificamente para ele. Pra complicar, alguns aparelhos contém um circuito que não permite o uso de toda a capacidade do carregador a não ser que este contenha um chip especial. Caso o chip não exista, a carga será mais lenta.

Por exemplo, quando tentamos recarregar um iPad 4 com o carregador de um Galaxy Tab 10.1 o processo levou 19 horas, apesar do carregador ter a mesma capacidade do original do iPad. Isto porque o iPad não reconheceu o carregador como sendo capaz de uma corrente mais intensa, e a limitou a um nível mais baixo. A situação inversa se aplica: quando tentamos carregar o Galaxy Tab 10.1 com o carregador do iPad, o processo levou mais de 15 horas, em contraste às 4 horas e 46 minutos que seriam necessárias com o carregador da Samsung.

2. A maioria dos celulares não precisa de um carregador específico

Celulares, que usam baterias muito menores que as dos tablets, não exigem carregadores de alta-capacidade. Por isso você pode usar um carregador genérico sem um prejuízo severo no tempo de recarga. Quando medimos o tempo necessário para a carga completa de um iPhone 5 usando carregadores variados, os resultados variaram de 2 horas e 4 minutos com um carregador de viagem da HTC a 2 horas e 59 minutos com um carregador da Samsung. Com o carregador original do iPhone são necessárias 2 horas e 16 minutos. Ou seja, a diferença não é tão grande assim.

3. Use uma porta USB específica para recarga, ou um hub USB alimentado

Se você não tem um carregador em mãos, sempre pode recarregar seu smartphone usando a porta USB de um PC. Mas há duas variantes delas, “padrão” e “para recarga”. Uma porta USB comum entrega uma corrente de apenas 100 mA, suficiente para um mouse ou pendrive, mas praticamente nada para um smartphone. Uma porta otimizada para recarga deve entregar pelo menos 500 mA. É por isso que às vezes, ao plugar um aparelho a uma porta USB no PC, ele não carrega ou carrega muito lentamente.

O problema é que, embora muitos notebooks ofereçam uma combinação de portas USB normais e “para recarga”, muitas vezes os fabricantes não se preocupam em identificá-las adequadamente. O símbolo de um raio ao lado de uma porta é uma indicação comum de que ela é uma porta para recarga, mas ele nem sempre está lá.

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Portas USB otimizadas para recarga podem ser identificadas com
o ícone de um raio, como destacado em vermelho na foto acima.

Alguns notebooks mais recentes trazem portas USB capazes de oferecer 1.100 mA quando identificam um aparelho compatível, mas novamente nem sempre as identificam. A solução é procurar no manual do seu notebook quais são as portas disponíveis e a corrente máxima em cada uma antes de confiar nelas para recarregar seu gadget.

Embora portas USB 3.0 possam entregar mais corrente (até 900 mA) que as portas USB 2.0, elas só atingem esse nível com aparelhos USB 3.0. Plugue um smartphone USB 2.0 a elas e ele receberá os mesmos 500 mA máximos que em uma porta USB 2.0 para recarga.

Se você usa um hub USB não alimentado, a corrente disponível será dividida por todas as portas, o que significa que não sobra muito para carregar seus aparelhos. Um hub alimentado (ou seja, com uma fonte de alimentação externa, ligada à tomada) consegue entregar a corrente máxima a cada porta, o que o torna uma opção melhor para carregar seus aparelhos.

4. Você pode usar qualquer cabo micro-USB com seu smartphone

Muitos smartphones modernos (entre eles a esmagadora maioria dos aparelhos Android) usa um conector micro-USB para conexão ao PC ou ao carregador. Nesse caso, você pode usar qualquer cabo micro-USB que tiver à mão para recarrregar a bateria, não é necessário um “cabo especial” ou o que veio com o smartphone.

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Se seu smartphone usa um conector micro-USB, qualquer cabo compatível pode ser usado

5. Na primeira carga carregue, e depois descarregue, completamente a bateria

O primeiro ciclo de carga qualquer aparelho é importante, já que condiciona a bateria e ajuda o aparelho a entender como ela se comporta. Portanto, na primeira vez que plugá-lo à tomada recomendamos carregar completamente a bateria (por pelo menos 12 horas) e depois deixá-la descarregar completamente durante o uso normal, antes de recarregá-la. 

6. Você pode deixar um aparelho carregando, sem medo

As baterias em dispositivos portáteis modernos são mais espertas do que você imagina, e contém circuitos que controlam o fluxo de energia. Portanto, é seguro deixar o aparelho plugado e carregando mesmo por longos períodos. Quanto a bateria está carregada, o controlador integrado regula o fluxo de energia para mantê-la em 100%, mas não irá permitir uma sobrecarga. O que é uma coisa boa, já que baterias de Li-Ion sobrecarregadas podem explodir.

7. É bom descarregar completamente a bateria de vez em quando

As modernas baterias de Lítion-Ion (Li-Ion) não sofrem com o “efeito memória” que assolava a geração anterior, feita com Níquel e Cádmio (NiCad), então você pode recarregar a bateria mesmo que ela não esteja completamente esgotada, sem medo de perder a capacidade. Ainda assim, fabricantes recomendam esgotar e recarregar completamente a bateria pelo menos uma vez por mês, já que isso ajuda a maximizar a vida útil ao mantê-la condicionada e preserva o equilíbrio químico.

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É bom deixar a bateria de seu smartphone descarregar completamente de vez em quando

8. Trate suas baterias com carinho

Baterias bem tratadas irão recompensá-lo com anos de serviço. Caso contrário elas podem se tornar imprevisíveis, o que é um problema já que por dentro são perigosas: pense numa bateria como um pequeno incêndio químico esperando para acontecer. Transporte-as sempre dentro do aparelho ou em um estojo protetor (se estiver levando sobressalentes). Nunca aperte, perfure ou deforme elas, e jamais deixe-as dentro do porta-luvas de um carro estacionado sob o sol: a alta-temperatura pode resultar em uma reação química incontrolável (conhecida como “Thermal Runaway”) e uma eventual explosão.

9. Substitua as baterias a cada dois anos

À medida em que as baterias ficam mais velhas, sua capacidade de manter uma carga diminui, e consequentemente sua autonomia fica menor. Este processo gradual e inevitável reflete mudanças químicas dentro da bateria. Mas a maioria delas deve durar pelo menos alguns anos: a Apple afirma que a bateria de um iPad ainda é capaz de manter 80% da carga máxima original após 1000 recargas, e outros fabricantes anunciam números similares.

Quando você as substituir, descarte as baterias usadas em um posto de coleta. Eles podem ser encontrados em assistências técnicas do fabricante, nas lojas onde os aparelhos são vendidos ou em bancos e farmácias. 

10. Diagnostique problemas com alimentação de uma porta USB em alguns passos simples

Se você está tentando usar uma porta USB de um notebook ou desktop para recarregar um aparelho mas não está conseguindo, pode usar algumas ferramentas do próprio Windows para fazer um diagnóstico da situação. Abra o Gerenciador de Dispositivos, dentro do Painel de Controle, e clique no menu Exibir / Dispositivos por conexão. Clique no primeiro item da lista, que deve ser o nome de seu PC, e tecle *. Isto irá abrir uma lista com todos os dispositivos conectados ao seu PC. Procure o “Hub USB Genérico” ou “USB Root Hub”. Você pode ter mais de um deles, dependendo da máquina. Clique com o botão direito do mouse sobre aquele ao qual seu aparelho está conectado, e selecione o item Propriedades no menu.

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O gerenciador de dispositivos pode ajudar a descobrir quanto cada aparelho consome

Na janela que surge clique na aba Energia, e você verá uma lista dos aparelhos conectados ao hub e quanto de energia estão consumindo. Isso pode ajudar a determinar se o seu aparelho será recarregado rapidamente (se a corrente for igual ou maior do que 500 mA, por exemplo), ou lentamente (se for menor do que 500 mA). Quando verifiquei meu computador, notei que meu celular estava puxando apenas 96 mA. Como resultado, mesmo que ele indicasse que estava carregando, provavelmente nunca atingiria uma carga completa ao longo do dia.

fonte: pcworld